Minicrônica
— Vou embora! — foi a voz decidida, daquela garota que ainda "mostrava" a idade com uma única mão.
No ombro um cabo de vassoura com uma trouxa na ponta, bem ao estilo dos desenhos infantis. Ja atravessava a porta de saída quando foi interrompida pela mãe.
— Você se aquiete! Tome jeito! Quer outro castigo?
— Vou pra casa do meu pai! Ele vai brincar comigo, me levar pra tomar sorvete... toda hora e não vai brigar comigo.
Mesmo que sequer tenha ouvido falar em Manuel Bandeira , o destino idealizado pela garota era a sua mais pura e sincera Pasárgada.
Baseado em fato real! Que a protagonista diga aqui: "Fui eu!"
Ilustração:
Imagem gerada com ajuda da IA do Gemini