Hoje faz um ano que ele nos deixou. Nosso respeito e consideração a quem viveu a poesia e saiu assim de repente sem se despedir, muito antes da hora. Embora o seu legado seja grandioso, sentimos falta de seus poemas, sua prosa, seu convívio... Conforta-nos a certeza de que onde estiver estará bem e na poesia.
Para esta homenagem singela, um belo poema, de sua própria autoria, no estilo Anateto. E que viva o poeta imortal Alberto Valença.
Meio a Meio
Meio de vida suave
Meio triste no sorteio
Meio-dia pega a chave
Meio palmo parte ao meio
Leia na página dele Meio a Meio
Ilustração: Arte a partir de imagens do autor, na internet.
Fundo Musical: O próprio poema "Meio a Meio", musicado com ajuda do Suno.